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sábado, 31 de dezembro de 2011

Minha retrospectiva

     O Natal passou, a nostalgia e a sensibilidade que me abateram, passaram antes mesmo da Ceia. Afinal a maturidade mesmo que ainda pouca (29 aninhos), tem que servir pra alguma coisa, pra parar, pensar, chorar se der vontade, erguer a cabeça, sorrir e ir adiante. E o balanço foi positivo, família, comidas gostosas, presentes carinhosos, fotos engraçadas, valeu a pena, tive um Feliz Natal.
     E o Ano Novo vai chegar em algumas horas e revendo o ano que nos deixa, só tenho a agradecer por tudo de maravilhoso que 2011 foi para meu Atetiê. Desenvolvi peças novas, visitei feiras, comprei tecidos lindos, conheci muita gente talentosa, aprimorei minhas técnicas, meu blog tem a cada dia mais visitas e seguidores. Muitos clientes novos apareceram fazendo meu orgulho ficar imenso e meu coração transbordar de alegria, os clientes antigos, ahh os antigos, esses além de comprar sempre no Ateliê Aline Quines, me dão sugestões, incentivo, trazem novos amigos e viraram sócios desse hobby amado!!
     Para TODOS VOCÊS, meus clientes queridos, meus amigos, desejo um 2012 repleto de energia positiva, que a cada novo dia que começar, vocês abram um sorrisão e façam dele o melhor que puderem!!

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sábado, 24 de dezembro de 2011

Eu e Martha

     Querida Martha Medeiros, hoje devo terminar de ler o livro "Feliz por Nada"...ele tem feito com que eu pense duas vezes sobre algumas atitudes minhas e também que alguns sentimentos nem sempre bondosos, são comuns a todos, afinal ninguém é perfeito!
     Hoje, véspera de Natal, acordei com um tremendo espírito de porco, mas estou tentando dissipá-lo e enquanto ele não se vai...fico aqui pensando, porque adulto gosta de Natal? Pra gastar comprando um monte de presentes, para familia, amigos, porteiros, amigos secretos...pra passar o dia cozinhando comidas elaboradas, pra enfrentar trânsito e pegar a estrada que toda cidade resolveu pegar também?!
     Eu cheguei a conclusão que meus últimos Natais realmente fabulosos foram na minha época de criança, triste isso, mas ainda não sei o porque pra tentar resolver. Muitas coisas bacanas aconteceram na minha vida durante meu amadurecimento, pessoas queridas, novos lugares, novas perspectivas...mas acho que também alguns inconvenientes quem nem sempre podemos escolher e vem de brinde. 
Vai ver essa época fatalmente torna as pessoas mais sensíveis, como se tudo tivesse que ficar magicamente belo e gentil, mas Papai Noel não existe e principalmente não com aquela roupa pesada e quente enquanto nosso mês de Dezembro costuma fazer mais de 30°.
     Essa será mais uma noite de cheia de fogos barulhentos,onde provavelmente darei um pulo no playground do meu condomínio para ver se entro no clima How How How!
     E claro, como uma boa geminiana, fico dentro da minha concha, esperando que a onda me leve, imóvel, sem opção, já que não tenho como saber se é a onda ou a concha quem deve conduzir a situação.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Bazar...

Máquina de costura antiga decorando nosso salão (emprestada pela Loja Dutra)

     O sábado foi cheio de expectativas, acordei cedinho, terminei uma encomenda ainda pendente, arrumei as peças pra levar ao Bazar e chegando lá começamos a organizar o espaço. Dispomos as mesas e cada uma arrumou suas peças com todo carinho para esperar os amigos e clientes.
     Confesso que nem as minhas mais otimistas expectativas chegaram perto do que realmente foi a primeira edição do Bazar Feito à Mão. Além de cada artesã ter se superado em cada detalhe de suas peças e apresentado produtos lindos, nosso público fiel esteve presente e levou companhia...
É isso mesmo, não tivemos descanso, foram muitas vendas, encomendas, bate papo, sorteio de brindes e um lanche pra lá de especial, chimarrão claro, cafezinho, chá, bolachas e mini cucas para degustar!!
     Muitos amigos passaram por lá e também tive a oportunidade de conhecer outras pessoas e ganhar novos clientes. Não tirei muitas fotos, na adrenalina de participar do Bazar a gente esquece até do nome...rsrs...mas faz parte, sinal que foi bom!
   Nossos stands...



     

 
 
E alguns clics de quem passou por lá...

   








As artistas, Nana (http://mimoseluxosdanana.blogspot.com/), Marli, Aline, Manu e Taty ( http://taty-fazendo-arte.blogspot.com)
     Estou muito feliz com o resultado e com a parceria de cada uma das expositoras que dividiram a tarde comigo:
      E que venha o próximo...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Bazar Feito à Mão

     Este evento que já comentei em outros momentos, é um Bazar que eu e outras amigas artesãs estamos organizando. E por ser o primeiro, optamos por ser apenas para convidadas, onde poderemos sentir nosso desempenho enquanto administradoras. 
     Nosso objetivo é ter a oportunidade de mostrar nosso trabalho a mais pessoas e sem dúvida oferecer produtos de qualidade com um toque artesanal e requintado. Claro, claro, todo mundo gosta de ganhar uma camisetinha, um chinelinho...mas quem não abrirá um sorrisão com um presente feito à mão?
     Sendo um Bazar para convidadas, muitos podem se perguntar porque estou divulgando aqui no blog e respondo: em primeiro lugar, compartilho aqui no blog até minhas tpm's, porque não dividiria esse momento tão novo para mim, organizar um bazar, chamar os amigos. Segundo, algumas pessoas que possam ter ficado de fora e queiram visitar nosso Bazar, certamente conseguiremos um convite, pois o Bazar se faz completo com sua platéia presente e interessada. E por último, porque adoro receber comentários dos leitores do blog, saber se estão gostando e que mesmo a distância deixam sempre um carinho especial para fazer o trabalho do Ateliê ganhar mais força!!


Então é Natal...

     
     Ah, como eu adoro essa época, todo mundo feliz, fazendo planos, procurando presentes para a família, os amigos, o porteiro, todo mundo entra na roda. As pessoas passam a refletir sobre suas vidas, sobre suas crenças e sobre o ano novo que se aproxima.
     As casas começam a ficar enfeitadas, inclusive minha sacada já recebeu seu incremento natalino de 2011, ganhou uma mangueira de luzes (nada muito espalhafatoso), um papai noel bem diferente, fica sentado no parapeito como se dissesse olá a quem passa e uma bota gigante de tecido, marcando os dias para o Natal chegar!!
    Eu a princípio não pretendia fazer peças que remetessem exclusivamente ao Natal, porque hoje há muitos itens importados da China sendo comercializados em grandes redes de supermercados, a preços médios, com várias opções bonitas, apesar  da qualidade não ser lá essas coisas.
Mas me rendi ao Natal e junto a produção para o Bazar Feito à Mão, fiz algumas peças que deixariam o Papai Noel de queixo caído...

Porta panetone e porta vinho.
     Um belíssimo presente neste Natal é complementar aquele tradicional panetone e garrafa de vinho com esses saquinhos forrados e estruturados com manta acrílica. Não tem quem irá resistir a essa delicadeza.
  

   
     Outra peça bacanérrima são as xícaras porta chá, elas tem feito muito sucesso aqui no Ateliê e por isso estão ganhando novas estampas e o estoque está sendo abastecido para que ninguém deixe de ter a sua.


      E a ninhada de pesinhos de porta não para de crescer, tem de todas as cores, cada um com uma cara mais sapeca que a outra. Bom para que ama cachorro, para que não pode ter um de verdade, para quem quer ter os dois ou para quem só quer deixar sua casa mais linda ainda. 
     Acho que vou precisar de mais portas para essa cachorrada toda rs rs




      E para os amantes dos felinos, preparei um pequeno exemplar para enfeitar maçanetas. Pode ser feito em diversas cores.




     Quem quiser ver mais fotos e saber os preços dessas peças é só entrar na loja virtual do Ateliê Aline Quines. Nos próximos dias prometo postar mais fotos bacanas da produção do Ateliê.
      E quem quiser mandar sugestões, fique a vontade, são todas muito bem vindas.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Saudades...

     O feriadão acabou, não viajei mas fiz várias coisas legais, não muito programadas e sem muito protocolo. Fui turista em Porto Alegre, admirei o Guaíba, fiquei feliz por estar ali. Visitei a Bienal, caminhei um monte, conversei com os amigos sobre assuntos aleatórios, sem grandes compromissos, apenas bate papo, foi muito bom. Caminhei pela primeira vez na Feira do Livro, porque meu preconceito em ir ao centro num final de semana nunca me permitiram tal "aventura".  
     E com os dias calmos na cidade em meio ao feriadão, me peguei pensando sobre coisas simples que se perderam no passado e que não precisavam de muito esforço para darem certo, senti saudade.


     Saudade dos aniversários da minha infância, em casa, na garagem, todo mundo vinha, amigos, vizinhos, os parentes. A decoração era o máximo, lembro perfeitamente de quando minha mãe desempacotava as letrinhas de "feliz aniversário" guardadas o ano todo, para enfim organizar a festa...era quase um segundo Natal pra mim. As garrafinhas de vidro do refrigerante tinham enfeites, as crianças ganhavam chapeizinhos, era uma correria de criança, bons tempos. Hoje não vemos tanto esta situação, os mega eventos tem sido mais comuns, festas caras, cheios de superproduções, decorações ousadas, muitas fotos, filmagens, mil pratos diferentes, música, dança....ah e tem crinaças também...hehe. Não sou contra isso, não totalmente...hehe...eu era uma criança bem feliz com meus canudinhos de carne moída, meus brigadeiros feitos pela minha mãe. Mas o mundo evoluiu, ficou mais exigente e nós? Nós esquecemos da simplicidade e de como temos um enorme poder de transformar tudo em felicidade, em diversão. Saudades...

Saudades de quem já se foi (pausa pra respirar fundo...difícil)...é, essa deve ser a pior das saudades, porque não tem remédio. Mas um dia todos vão se encontar de novo, por agora fico feliz por todas lembranças boas que tenho e agradeço pelas pessoas que estão aqui e que podemos abraçar muito, ver muito, compartilhar tudo e tirar muitas fotos, né tia querida, tem que vir conhecer minha casinha!


 Em 1986 acho que não tinham parques aquáticos também...hehe...mas vocês veem alguma carinha triste ai? Ah como eu amava acampar, saudades...

De fato os estúdios fotográficos de antigamente não tinham cenários muito elaborados, mas mesmo assim a câmera do fotógrafo captou o principal, o carinho e o cuidado do irmão mais velho e sem dúvida, a sua vontade de acabar logo com as fotos pra voltar a jogar bola...hehe


     E crianças naquela época também brincavam na rua, corriam, jogavam bola, inventavam o que fazer, brigavam e meia hora depois estavam brincando de novo. Porque as coisas boas de antigamente estão se perdendo? Porque as crianças de hoje ficam horas na frente de um computador, tem mil compromissos, horários, obrigações? Eu fui uma criança extremamente feliz, nem sei bem o porque, talvez porque era mais simples ser feliz, não precisava de muita coisa. Não que não gostasse de brinquedos caros, roupas novas, passeios, mas eu sabia me divertir quando não tinha também. E por isso quando ganhava um presente, dava muito mais valor a tudo e a todos.

 Não pude deixar de relembrar brinquedos, desenhos e personagens que fizeram parte de uma infãncia mais inocente. 

Saudades de quando todos os amigos tinham mais tempo, podiam se reunir, viajar todos juntos. É, isso só na época de escola mesmo, pois nem mesmo num churrasco de domingo a gente conseguirá reunir hoje em dia tanta gente...faz parte de crescer, mas que bom que temos fotos pra relembrar e abrir um sorrisão de saudade e de como foi bom estarmos juntos.


 Saudade, faz a gente refletir, rever, pensar e agir. Refletir sobre em que pessoa nos tornamos, rever os valores que ensinamos a nossos filhos, pensar sobre o melhor caminho e melhorar.
Saudade é bom, é a prova de que nenhum momento foi em vão, nenhuma pessoa passou sem deixar sua marca, que é bom ser feliz por nada.
Resgatar o que tinha de bom no passado não é virar as costas a tudo de bom que se tem hoje. É apenas aproveitar o melhor de nós para melhorar o dia de amanhã. Esquecer o que passou é esquecer de nós.
     E para finalizar esse post cheio de saudades, pego emprestado um trecho do livro que comprei na Feira...
"Você é adulto mesmo? Então pare de reclamar, pare de buscar o impossível, pare de exigir perfeição de si mesmo, pare de querer encontrar lógica em tudo, pare de contabilizar prós e contras, pare de julgar os outros, pare de tentar manter sua vida sob rígido controle. Simplesmente, divirta-se. " Martha Medeiros, Livro Feliz Por nada

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Um ateliê branquinho, pode? Pode sim, o meu.

Esse é o Scobby, o peso de porta do Ateliê.
     Desde que mudei de Porto Alegre para Canoas, estava tentando organizar melhor a estrutura do meu ateliê. Não sou muito fã de caixinha disso, caixinha daquilo, sempre gostei de um visual mais clean, tanto nas cores, quanto na diversidade de objetos expostos. Prefiro dar destaque a determinados pontos e peças do que encher de detalhes e causar uma confusão visual. É um gosto pessoal, algo fundamental para fazer a diferença no trabalho de cada artesã. E talvez por ter meu ateliê em casa, o espírito "casa de boneca" não me chame a atenção, apenas quando visito lojas nesse estilo, ai adoro!!
    Procurei deixar os materiais de uso permanente a mão e os que são usados eventualmente ficam guardados em local fechado. Os tecidos não tiveram jeito, olhar para eles é uma fonte de inspiração para as criações, então a solução foi posicioná-los por bloco de cor (aprendizado valioso do Merchandising do meu antigo trabalho). Agora preciso é reduzir o estoque, tenho que começar a passar longe dessas lojas cheias de estampas lindas e perder o medo de cortá-los e usá-los.
    Minhas linhas de costura ganharam um charme especial, minha comadre fez um porta carretéis que finalmente organizou a minha bagunça, tem espaço para 120 carretéis. ( http://taty-fazendo-arte.blogspot.com/ )




Esses tecidos não acabam mais...mas a prateleira sim.

Minhas revistas sempre a mão para ganhar inspiração.


Detalhe, a Barbie arquiteta na caixa, ganhei dos meus pais de dia da criança, este ano...hehe...quantos anos eu tenho? Ahh... o importante é ser e feliz :)

     Com tudo organizado, os próximos dias serão dedicados a produção das peças para o Bazar Feito à Mão, isso mesmo, dia 03 de Dezembro acontecerá o primeiro Bazar realizado em parceria com outras artesãs. Os nomes ainda estão sendo confirmados e na semana seguinte faremos a divulgação do evento, que será apenas para convidadas. O Bazar Feito à Mão vai reunir diversos tipos de artesanatos, técnicas e estilos.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Crescer e aparecer

     Já há algum tempo eu tinha vontade de falar sobre o comportamento de pessoas que evoluem profissionalmente e se tornam conhecidas e populares. Como todo mundo, temos ídolos, pessoas que admiramos e muitas vezes nos espelhamos para seguir um caminho parecido. Quem nunca sonhou em conhecer seu cantor favorito, chegar perto de um ator que gosta? Hoje quero comentar sobre pessoas não tão famosas assim, mas que já tem postura de celebridade. 
     No ano passado fui assitir uma peça de teatro ao ar livre na cidade de Laguna, sempre admirei muito a história da cidade, por isso visitei muitas vezes, pesquisei muitas coisas, comprei e li alguns livros. Nesta vez, ao final da peça, havia um escritor em uma barraquinha, autografando e vendendo seu livro, contando de sua forma, a história que foi encenada no teatro. Então, me diriji até a barraquinha como se estivesse indo ao encontro do Thiago Lacerda, queria comprimentar e contar como eu gostava do tema do livro, dizer que eu conhecia os lugares onde se passou a história real, que isso e aquilo...e já imaginando a surpresa que o escritor teria em ver alguém tão interessado e quem sabe a boa conversa que renderia daquele encontro...porém...quem se surpreendeu fui eu, o tal escritor nem mesmo olhou nos meus olhos, me deu o preço do livro, tratou de autografar e me dar o troco.
     Foi praticamente uma compra dessas feitas nos camelôs do centro da cidade, muito rápido, sem muita conversa e com foco total na compra e venda. Com o livro em mãos, pensei: o que esperar de um livro escrito por um tipo desses? Será que eu com minhas pesquisas no google e inúmeras viagens aos locais daquela história não teria mais informações que ele? Bom, li o livro, confesso que tinham alguns pontos que eu desconhecia mas não faço a menor idéia do nome do autor, mas lembro bem da impressão puramente comercial que ele provocou em mim, da falta de credibilidade que outros colegas dele possam vir a ter e com certeza não era isso que eu esperava de um escritor de histórias!!
     Vale um parentêse nesse caso, para contar sobre o ator da peça que estava no mesmo hotel que eu. Encontrei ele no corredor umas horas antes do início da peça e claro que fui bem timidamente, mas fui, pedir pra tirar uma foto com ele, que prontamente me atendeu e gentilmente disse que logo mais já estaria no teatro e desejou uma boa peça!! Esse ator é bem famoso, bem bonito, bem tudo, inclusive bem educado!!!


     Voltando aos menos famosos, um outro caso também me chamou a atenção em uma feira de artesanatos que estive esses tempos. Lá ia eu com minha máquina fotográfica querendo chegar perto das artesãs que só vejo pela internet, sempre com aquela expectativa de fã que vai encontrar a Xuxa. Entrei em um dos stands, avistei uma artesã que a pouco eu tinha assistido via youtube e abri aquele sorrisão. Naqueles segundos que levei da entrada do stand até o fundo onde ela estava, cerca de quatro metros rsrs, fiquei repassando em minha cabeça tudo que eu queria contar a ela...que tinha feito a peça que ela ensinou na TV, que sua didática era super fácil, que eu tinha enviado email a poucos dias pra ela...isso tudo em sei lá, uns 5 segundos. Foi então que ela me olhou e disse..." não pode tirar fotos aqui dentro"...nesse momento meu sorriso amarelou e se encolheu. Respondi rapidamente que eu queria tirar uma foto com ela!! Ela aceitou, levantou de onde estava e foi se encaminhando para o lado de fora do stand, onde tiramos a tal foto.
     Fiquei meio sem jeito, porque me senti uma criminosa por ter entrado com minha máquina digital em punhos dentro do stand. Sim, foi essa a sensação que ela me fez sentir. Não sei qual seria o objetivo de não tirar fotos lá dentro, não copiar as peças, publicar fotos dizendo que sas peças ão minhas e não dela, quem sabe o flash desbote a cor dos tecidos....não sei...mas talvez um "olá antes do ..."não" tachativo antes mesmo de eu dizer a que fui, teria sido mais simpático.
     E ai que surge a questão, o quanto pessoas anônimas, quando ganham notoriedade, perdem a humildade e a simplicidade em seu trabalho, ficam meio esnobes!
     Crescer e aparecer é para quem sabe, os admiradores são como filhos, temos que sempre ter tempo para dar atenção, dar o exemplo, retribuir a confiança e não só fazer vendas. Mostrar a um cliente seu amor pelo que faz através da atenção que você dispensa no atendimento, é muito mais valioso para o seu crescimento profissional e pessoal do que capas de revistas, pois a satisfação será mútua.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

PROMOÇÃO, seja um seguidor!


Amigos, amigas e seguidores, esta promoção é para vocês!! 

Para divulgar e promover uma integração divertida entre os membros do blog, o Ateliê propõe o seguinte desafio: 
 Ao atingir 50 seguidores, o Ateliê Aline Quines sorteará entre os membros, esse lindo presente:


Então corram, divulguem para seus amigos, colegas, parentes, vamos ajudar o blog a crescer e ter novos amigos para compartilhar idéias!!!
O sorteio será feito apenas entre os 50 primeiros seguidores.
Se cada seguidor atual trouxer mais um amigo, já vamos estar quase cumprindo nosso desafio!!


Até lá queridos!!
Aline Quines

Crianças, cores e criatividade...

     O fim da semana se aproxima e sempre bate aquele sentimento de alívio, do descanso que está por vir no sábado, do almoço de família no domingo, dormir até mais tarde, ufa, hoje já é quinta feira!!
    E nesta quinta terminei um projeto antigo, uma peça que une alegria através das cores, traz estímulo educativo, pois essa é uma das minhas filosofias e uma peça que sempre é útil. Pesquisei muito na internet, vi trabalhos lindos de outras colegas e um muito especial da Iara Passerotti, uma bolsinha com lápis. Como minha idéia era introduzir livros em presentes para crianças, achei que encrementar essa idéia com lápis de cor seria um casamento perfeito. Não não, não quero incentivar crianças a riscarem livros rsrs, por isso, a bolsinha criada aqui no ateliê, conta com muito espaço interno para bloquinhos, bolso para guardar desenho para pintar, um marcador de página bem fofo e claro livros com histórias da nossa infância.




 E para os meninos e as meninas mais descoladas, olhem esse tecido importado que máximo, trouxe lá da feira de Gramado...


Aos poucos postarei fotos de peças inspiradas nas crianças, antes e depois do 12 de outubro, pois a intenção aqui do ateliê não é correr em função de datas promocionais mas se inspirar com elas!!!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Surprise para os pequenos


 Já diz o ditado, antes tarde do que nunca. E nesta linha de raciocíneo confesso que estou meio atrasadinha para publicar logo as novidades para o dia das crianças, mas garanto que todas as peças planejadas estão bem legais, divertidas, criativas e cheias de atitude.
Estou tentando agilizar para publicar as fotos logo, mas as encomendas tem tomado meu tempo, o que obviamente é super positivo, porém, a equipe de marketing e de produção do ateliê é a mesma, EU....então aguardem mais um pouquinho.
E quem quiser já encomendar suas peças para presentear os pimpolhos ou ainda complementar um presente já comprado, é só entrar em contato através do email alinequines@gmail.com.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Elegância

 
    Depois de recordar o 11 de Setembro, data marcante pelo seu impacto em todo o mundo, principalmente porque foi noticiado ao vivo graças a nossa tecnologia, diferente das bombas atômicas, onde morreram 100 vezes mais pessoas e por culpa desses que agora choram...vale cada um de nós refletir sobre nossas vidas, saber ouvir mais e falar menos, não julgar, pois é expressar somente nossa opinião pessoal, lembre-se disso.
     E por isso, nesta segunda feira, gostaria de compartilhar com vocês queridos amigos e leitores, um texto da Martha Medeiros que deveria ser lido, pelo menos em todas as segundas feiras, para lembrarmos que não somos só nós que temos compromissos, não somos só nós que temos problemas, dores, amores, falta de dinheiro, excesso de sonhos e que não vivemos sozinhos no mundo. Seja elegante, no seu prédio, no seu condomínio, na sua rua, no seu trabalho...Ser elegante diz muito mais do que você imagina...


"Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detecta-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detecta-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detecta-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição.
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo.
É elegante a gentileza...
Atitudes gentis, falam mais que mil imagens.
Abrir a porta para alguém... é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante.
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação,
Mas tentar imita-la é improdutiva.
A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.  

Martha Medeiros
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